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domingo, 4 de outubro de 2009

Terceira Idade - A MELHOR IDADE!!!

Campanha Publicitária sobre a Melhor Idade.

Retirado do Youtube

Chegou a hora de parar de dirigir?

É importante que a pessoa exercite sua autonomia e independência de forma saudável até o fim da vida e para isso é preciso ter consciência dos cuidados necessários que se deva ter com a saúde física e mental durante toda a vida, estar ciente de suas capacidades e dificuldades para dirigir, bem como das responsabilidades e comportamento seguro no trânsito.


Quando uma pessoa idosa não consegue renovar sua carteira de habilitação, deve-se levar em consideração o que fez a pessoa não conseguir renovar sua CNH, se foi por motivo de infrações cometidas, número de multas, deficiência sensorial, saúde física, problemas na prova de renovação ou problemas cognitivos.


As doenças mais comuns típicas do avanço da idade que podem causar riscos e insegurança no trânsito são as deficiências sensoriais, entre elas, a presbiacusia (perda auditiva relacionada ao processo de envelhecimento e a presbiopia - perda visual.


A deficiência auditiva pode causar riscos de acidentes, uma vez que a audição é uma função importante na direção defensiva, o motorista deve estar atento aos sons do seu próprio veículo e dos demais, sons do ambiente urbano, buzina, motocicletas, etc. para ficar atento e poder reagir em situações adversas e às ações incorretas de outras pessoas.


Dentre as habilidades primordiais na avaliação para a renovação de carteira de habilitação, além da função visual, deve-se incluir a avaliação da audição e a verificação da necessidade do uso de prótese auditiva. O mesmo ocorre com a visão, uma pessoa com a baixa acuidade visual pode oferecer riscos e perigos para ele próprio e demais pessoas. A visibilidade no trânsito é importante na identificação das placas, na orientação espacial, no cuidado com bicicletas, faixas, na definição e contraste claro-escuro, dirigir à noite, quando há neblina, referências no trajeto e coordenação visuo-espacial, principalmente nas avenidas muito movimentadas e estradas.


Medicina do trânsito
Atualmente nos cursos de medicina do trânsito que todos os médicos e psicólogos devem fazer ao se credenciarem para a realização de peritos, consta um capítulo próprio sobre idoso e outro sobre epidemiologia do acidente de tráfego, o que deve ter maior atenção com o aumento do envelhecimento populacional. A avaliação comportamental da personalidade e avaliação neuropsicológica para a identificação de déficits cognitivos em idosos, através de instrumentos específicos para o rastreamento de demência e testes de direção (em ambiente natural ou em simulação) deveriam ser inclusos, uma vez que é importante para analisar a capacitação do idoso para dirigir.

Foto de Alexandre Zanini


Demências e Alzheimer
Entre as doenças mais graves que representam fortemente a insegurança viária de idosos são as demências. A principal é a doença de Alzheimer que é bastante prevalente na população acima de 70 anos cujos sintomas principais são a perda de memória entre outras funções mentais, o que dificulta a pessoa de realizar de forma adaptativa algumas tarefas do dia-a-dia.
A doença de Alzheimer é uma doença neuropsiquiátrica progressiva, cuja causa ainda não é completamente conhecida. As alterações na memória, na atenção dirigida, no controle mental, desorientação temporal e espacial e dificuldades em funções executivas (planejamento de ações) são sintomas da doença que contribuem para um comportamento inseguro no trânsito, pois fazem parte do quadro da doença a diminuição no processamento das informações, no tempo de reação e na velocidade de decodificação dos estímulos.


Consequências no trânsito
Essas alterações podem dificultar a pessoa a se orientar na via, nas curvas, na ultrapassagem, estacionar, esperar o momento de atravessar o sinal, visualizar os retrovisores, sinalização, ler e entender o que uma placa significa, coordenar os movimentos e a visão, obedecer à quilometragem, tomada de decisão e utilizar os reflexos para reagir de forma rápida e adequada no trânsito (frear, acelerar, desviar). Nestes casos os riscos mais graves para o motorista idoso e que não percebe suas dificuldades devido ao processo de início de um quadro demencial é ele perder o controle do volante, sair da estrada, ficar confuso no trajeto, ziguezaguear ou trafegar na contramão.


Outro quadro que também acarreta riscos para o idoso no trânsito é a doença de Parkinson. Uma doença que causa alterações motoras e também podem surgir declínio cognitivo.


Os sintomas de demência na maioria dos casos são percebidos pelos familiares, porque o processo de declínio cognitivo é acompanhado às vezes de dificuldade em autocrítica. A pessoa demora a reconhecer seu próprio estado de saúde mental, suas dificuldades e erros cometidos ao dirigir, negando tais situações, o que é difícil para a família manejar. Muitos idosos que apresentam tais dificuldades e não a reconhecem, não querem deixar de dirigir, pois implicam na perda da autonomia, independência, liberdade e privacidade. Daí a família enfrenta um desafio em orientar e convencer o idoso que ele necessita de uma avaliação e até mesmo deixar de dirigir. Nestes casos antes de renovar a carteira de habilitação é importante que a pessoa idosa consulte um médico neurologista e a família deve explicar o que tem acontecido, a dificuldade que tem surgido, os riscos, etc.


Avaliação objetiva e subjetiva
Assim o médico juntamente com uma equipe multidisciplinar fará uma avaliação objetiva e subjetiva da cognição e fará orientações à família no que se refere à necessidade de outros exames e ou testes para a renovação da CNH e até mesmo quais procedimentos mais seguros a serem tomados. As informações fornecidas pela família têm de ser precisas e são fundamentais para a tomada de decisão sobre a capacidade do idoso de participar de forma ativa no trânsito ou não para sua melhor segurança.


Se o idoso apresenta dificuldades na visão e audição e isso esteja comprometendo a sua aptidão em dirigir, é importante que a família também adote estratégias alternativas para a segurança da pessoa idosa, como, por exemplo, não deixar que saia sozinho, dirigir durante a noite, dirigir em estradas, deixar que alguém leve ou busque-o no local e até mesmo oferecer alternativas compensatórias como utlizar outro meio de transporte, não sair sozinho, escolher o melhor horário para sair no trânsito, usar taxi, ter um motorista ou utilizar transporte público.


Aceitar a velhice não é considerar-se velho

Claro que as medidas restritivas não são bem vistas pela pessoa que terá que deixar de fazer algo que sempre fez, mas a tomada de consciência das mudanças advindas com o avançar da idade, as estratégias compensatórias - citadas logo acima - são importantes para a preservação da sua qualidade de vida, para eliminar os perigos de acidentes e maiores consequências. A família poderá ajudar nesta conscientização e explicar que aceitar a velhice não é a mesma coisa que se considerar velho.


É importante lembrar que os idosos não participam no trânsito apenas como motoristas, mas também como pedestres, ciclistas, motociclistas e passageiros. A educação no trânsito deve ser vista em todas as modalidades de deslocamentos. Os principais motivos de deslocamentos dos idosos sejam como motoristas ou usuários de transporte público são para: compras, fazer visitas, se hospedar na casa de um parente, ir ao médico, viagens de recreação, esportes e passeios.


É triste ainda constatar que faz parte da realidade de muitos idosos o desrespeito às leis, aos direitos dos idosos, o abuso e os maus tratos também no trânsito.A educação no trânsito deve partir da iniciativa de todos os usuários e motoristas em toda a faixa etária. É de suma importância uma mudança de paradigma e de tomada de atitude por parte da sociedade para que respeite esse segmento populacional. Muitos idosos ainda sofrem com o preconceito, a imagem cultural negativa que a sociedade tem da velhice, o descaso dentro do ônibus, em metrôs, ruas e avenidas sem faixas e placas, calçadas cheias de buracos, ciclovias, vagas em estacionamentos reservados aos idosos, mas que não são respeitados, etc.


Despreparo
Infelizmente nossa sociedade ainda é despreparada para respeitar a diversidade, a individualidade, as características e necessidades da pessoa idosa, para ver o envelhecimento numa perspectiva de desenvolvimento, que o envelhecimento faz parte de toda uma vida e que todos iremos envelhecer.


São numerosos os obstáculos que a pessoa idosa enfrenta para viver e transitar nas cidades brasileiras e estão sujeitas a acidentes de trânsito. Um estudo realizado pela Fundação Oswaldo Cruz (2000) sobre a mortalidade por causas externas em idosos no Brasil, nas capitais de regiões metropolitanas, 29,6% das ocorrências são em acidentes de trânsito/transportes e 16,6% das ocorrências são de quedas em calçadas e travessias de ruas e vias. O erro humano é a causa mais frequente de acidentes de tráfego.


Torna-se necessário a implantação da acessibilidade para os idosos no trânsito preparando as cidades para o perfil da população que envelhece. Em todo o mundo, o contingente de pessoas com idade igual ou superior a 60 anos tem crescido rapidamente e estima-se que esse cenário irá aumentar.


Os cursos para renovação de CNH têm o papel educativo com relação ao esclarecimento e formato da prova, a preocupação com o uso efetivo da tecnologia para a realização da prova eletrônica. É evidente que a novidade de uma tarefa, equipamento e grau de dificuldade influencia no desempenho de pessoas idosas. E a dificuldade de aprendizagem gera insegurança. A alternativa seria oferecer possibilidade de escolha de formato de prova. Falta também uma política pública que possa esclarecer e motivar os idosos a se incluírem no mundo digitalizado. A tendência contemporânea é rever os estereótipos associados ao envelhecimento.


A alternativa em caso da não-renovação da CNH por deficiência física ou sensorial, ou até mesmo por um impedimento mais grave é a escolha por outro meio de transporte ou o auxílio de familiares para o transporte. Às vezes a proibição pode significar benefícios na medida que está impedindo um acidente, para a preservação da sua vida e manutenção de seu papel social.
Por fim, o comportamento seguro no trânsito em qualquer fase da vida é seguir as normas, leis de trânsito, respeitar os demais e dirigir com cuidado e responsabilidade. Providenciar os cuidados com a saúde física e os cuidados mecânicos do veículo. Além disso, existem estratégias que podem ser usadas nos casos de viagens, planejando o trajeto, saber qual é o melhor caminho, utilizar mapas, saber onde fazer a parada, pois é aconselhável que pessoas idosas interrompam a viagem a cada 150 km, saber a quilometragem do trajeto, verificar combustível, dormir bem antes de viajar, quais as situações de trânsito que podem esperar, saber as melhores horas para fazer tal trajeto.


Cada um pode utilizar estratégias que facilitem sua mobilidade no trânsito. Ter paciência e dirigir com atenção é fundamental, deixar passar as pessoas que parecem estar mais apressadas, dar preferência para o pedestre que já entrou na pista, manter-se na velocidade permitida, manter a boa visibilidade no trânsito. Muitas das estratégias que podem ser tomadas são baseadas na experiência prática de muitos anos. As campanhas educativas também podem ajudar com informações, esclarecimento, conscientização e mudanças de atitudes no trânsito e orientação a trabalhadores de empresas de transportes públicos para que respeite os direitos dos usuários idosos e dê a atenção devida que eles precisam.


Conselho Regional de Fonoaudiologia - 2ª Região


1º de Outubro - Dia Internacional do Idoso

Foto de Maiqui Maiqui


O dia 1º de outubro é comemorado o Dia Internacional do Idoso!!!



E para comemorar essa data (mesmo atrasada) vou colocar vários textos sobre essas pessoas que a cada ano vivem mais em nosso país apresentando uma expressiva mudança no seu perfil populacional, pois de uma situação de elevadas fecundidade e mortalidade, passou-se para outra, de baixa fecundidade e menor mortalidade.



A esperança de vida atualmente é de 67 anos e, em 2025, considera-se que poderá chegar aos 74 anos. Isto torna necessário que haja maior dedicação e mais estudos por parte dos profissionais que se ocupam da saúde desta parcela da população, incluído o fonoaudiólogo.



O envelhecimento é um campo de interesse, pesquisa e atuação de grande número de especialidades. Ele constitui um âmbito ímpar para o trabalho interdisciplinar, uma vez que profissionais de diversas áreas (medicina, enfermagem, psicologia, fonoaudiologia, fisioterapia, gerontologia, terapia ocupacional, etc.) têm possibilidades de oferecer uma contribuição decisiva para melhorar a qualidade de vida do idoso, através da prática do intercâmbio e da cooperação, assim como da busca de uma linguagem comum entre as diversas ciências.



A velhice não é um período caracterizado só por perdas e limitações, sendo possível manter e até aprimorar as funções cognitivas, físicas e afetivas, a despeito do aumento da probabilidade de doenças e limitações. Um dos desafios que as ciências atualmente enfrentam é o de perceber os limites e as potencialidades para o desenvolvimento na velhice, assim como as condições que aceleram, retardam ou compensam os resultados das mudanças ocorridas como conseqüência do envelhecimento.



A Fonoaudiologia no Brasil vem pesquisando a linguagem do indivíduo idoso nos casos de afasias e das demências senis, e também são realizados estudos para compreender e minimizar as conseqüências da presbiacusia (perda auditiva decorrente do envelhecimento) e da presbifonia ( alteração da voz) na comunicação. Quanto ao fonoaudiólogo, este contribuirá no tratamento das alterações de linguagem sobre os déficits cognitivos e lingüísticos, sobre as desordens da fala quanto à forma e função dos órgãos fonoarticulatórios e sobre os distúrbios do sistema estomatognático (sucção, mastigação e deglutição), resgatando a qualidade física, comunicativa e social do indivíduo.

Cabe aos profissionais que lidam com o envelhecimento orientar os idosos quanto aos aspectos relativos a uma vida qualitativamente melhor: adoção de uma alimentação equilibrada, manutenção de hábitos saudáveis, combate ao sedentarismo, práticas voltadas à prevenção de doenças, manutenção das relações afetivas e sociais e das atividades que favoreçam as interações e o uso da comunicação.

domingo, 19 de julho de 2009

Dicas para escapar do Alzheimer

Hoje achei um trechinho muito importante para ser divulgado, no Jornal - Gazeta de Limeira, na coluna Melhor Idade, de Augusta M. Galzerano.

Vamos tentar fazer diferente!!!

Uma descoberta dentro da neurociência, que é a aeróbica dos neurônios, revela que exercícios cerebrais são projetados para manter o cérebro ágil e saudável, criando novos e diferentes padrões de atividades dos neurônios.

Cerca de 80% do nosso dia-a-dia é ocupado por rotinas que apesar de terem a vantagem de reduzir o esforço intelectual, limitam o nosso cérebro.

Saia da rotina, tente fazer um teste:

Foto de Rodrigo Moraes

1. Use o relógio de pulso no braço direito.
2. Escove os dentes com a mão contrária da de costume.
3. Ande pela casa de trás para frente (na China as pessoas treinam em um parque).
4. Vista-se de olhos fechados.
5. Estimule o paladar comendo coisas diferentes.
6. Veja fotos de cabeça para baixo.
7. Veja as horas em um espelho.
8. Faça um novo caminho para ir para o trabalho.

Aproveite a proposta é mudar o comportamento rotineiro!
Tente, faça alguma coisa diferente com seu outro lado e estimule o cérebro.
Vale a pena tentar!

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Problemas ao engolir? O que fazer?


Atualmente temos ouvido falar mais sobre a Disfagia.

Mas, afinal o que é disfagia?

É nada menos que uma desordem no processo da deglutição, uma dificuldade da pessoa ao engolir desde o alimento até a própria saliva.

São várias as causas que podem originar uma alteração ao engolir: Paralisia Cerebral, Traumatismo Crânio Encefálico, Acidente Vascular Encefálico, Câncer de laringe, tumor cerebral, síndromes, Aids, Esclerose Lateral Amiotrófica, Esclerose Múltipla, Miastenia Grave, infecções congênitas, demência, Alzheimer, Parkinson, distrofias neuro musculares, quadros psiquiátricos, etc.
Na disfagia, o mecanismo da deglutição é alterado, podendo causar no indivíduo: tosses, engasgos, dor, resíduos de alimentos na boca após o engolir, alimentação muito lenta, broncoaspiração do alimento, pneumonias de repetição, picos de febre, perda de peso, recusa do alimento, preferência por alimentos macios ou pastosos, desnutrição, desidratação e necessidade de uso de dieta via enteral. Em alguns casos a disfagia pode ser transitória, como por exemplo, em uma situação de próteses dentárias mal adaptadas, ou em fase de
recuperação pós-cirúrgica.
O diagnóstico e tratamento são imediatos, essenciais para evitar complicações respiratórias e nutricionais, prolongamento de internação e com isso maior exposição á infecções hospitalares, bem como para evidenciar uma doença de base ainda não detectada.
Enfim, se você acha que está apresentando disfagia ou conhece alguém com os sintomas acima, oriente-a a procurar imediatamente um fonoaudiólogo, o qual é o profissional habilitado para a avaliação e reabilitação dessa alteração.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Fonoaudiologia na Melhor Idade.

O Brasil vem apresentando uma expressiva mudança no seu perfil populacional, pois de uma situação de elevada taxa de fecundidade e mortalidade, passou-se para outra, de baixa fecundidade e menor mortalidade. A esperança de vida atualmente é de 67 anos e, em 2025, considera-se que poderá chegar aos 74 anos (Zimerman, 2000). Diante disso, o envelhecimento é um campo de interesse, pesquisa e atuação de grande número de especialidades. Ele constitui um âmbito ímpar para o trabalho interdisciplinar, uma vez que profissionais de diversas áreas (medicina, enfermagem, psicologia, fonoaudiologia, fisioterapia, gerontologia, terapia ocupacional, etc.) têm possibilidades de oferecer uma contribuição decisiva para melhorar a qualidade de vida do idoso, através da prática do intercâmbio e da cooperação, assim como da busca de uma linguagem comum entre as diversas ciências. Foto feita por Pedro Simões7
A velhice não é um período caracterizado só por perdas e limitações, sendo que é possível manter e até aprimorar as funções cognitivas, físicas e afetivas, do idoso. Um dos desafios que as ciências atualmente enfrentam é o de perceber os limites e as potencialidades para o desenvolvimento na velhice, assim como as condições que aceleram, retardam ou compensam os resultados das mudanças ocorridas como conseqüência do envelhecimento.

A FONOAUDIOLOGIA é a área responsável pela reabilitação, tratamento e prevenção dos distúrbios da comunicação. Tais distúrbios podem estar relacionados à voz, audição, linguagem (tanto oral como escrita) e a motricidade oral (sucção, mastigação, deglutição, respiração e fala).

A Fonoaudiologia no Brasil vem pesquisando a linguagem do indivíduo idoso nos casos de afasias e das demências senis, e também são realizados estudos para compreender e minimizar as conseqüências da presbiacusia (perda auditiva decorrente do envelhecimento) e da presbifonia (alteração da voz) na comunicação. Quanto ao fonoaudiólogo, este contribuirá no tratamento das alterações de linguagem sobre os déficits cognitivos e lingüísticos, sobre as desordens da fala quanto à forma e função dos órgãos fonoarticulatórios e sobre os distúrbios do sistema estomatognático (sucção, mastigação e deglutição), resgatando a qualidade física, comunicativa e social do indivíduo.

Cabe aos profissionais que lidam com o envelhecimento orientar os idosos quanto aos aspectos relativos a uma vida qualitativamente melhor: adoção de uma alimentação equilibrada, manutenção de hábitos saudáveis, combate ao sedentarismo, práticas voltadas à prevenção de doenças, manutenção das relações afetivas e sociais e das atividades que favoreçam as interações e o uso da comunicação.

Aulas para a Faculdade da Melhor Idade da FAAL

Hoje infelizmente foi o meu último dia de aula para a turma da Faculdade da Melhor Idade da FAAL (Faculdade de Administração e Artes de Limeira).

Infelizmente... pois a turma é excelente!!!!
São muito receptivos, simpáticos, alegres e participam fazendo inúmeras perguntas e comentários.
Gostaria de agradece-los mais uma vez pelo carinho e atenção.

Quem quiser entrar em contato comigo, podem escrever aqui mesmo no blog ou no meu e-mail.











Ah... e para quem queria saber o nome do livro do qual falei, aqui está:
Deu Branco. Um guia para desenvolver o potencial de sua memória.
Autora: Ana Alvarez (fonoaudióloga).

Coffee break de todas as tardes!!!

Um beijo á todos.
Daniela Satiko Okuma

Fonoaudiologia, saúde, atualidades...

Você sabe o que é fonoaudiologia?
Aqui você aprenderá tudo sobre essa profissão maravilhosa e também terá muitas informações sobre outras áreas da saúde.

Atualidades e curiosidades diversas também não faltará!

Enfim, este blog destina-se a todas as pessoas, sejam meus pacientes ou não, que compartilham da necessidade de serem bem orientados e atualizados!